ANunes Seguros
segunda, 27 Fevereiro 2017 16:54

Peritos averiguadores, que futuro?

Opinião de José Baptista, Coordenador Geral da MCBAP - Averiguações e Peritagens Quando se fala em peritagem, normalmente a generalidade das pessoas pensa imediatamente nos peritos avaliadores do ramo automóvel, os quais têm como principal missão orçamentar de forma fidedigna a reparação dos danos produzidos nos veículos intervenientes num determinado sinistro.

No entanto a peritagem não se esgota nestes profissionais, uma vez que para uma correta regularização de um sinistro as seguradoras têm muitas vezes que recorrer a outro tipo de serviços, de forma a apurar as verdadeiras circunstâncias do mesmo, surgindo assim os peritos averiguadores.

De facto, são inúmeras as situações em que o papel de um perito averiguador assume especial importância na regularização dos sinistros, munindo as seguradoras dos elementos indispensáveis a uma tomada de decisão justa e em conformidade com a verdade dos factos que o originaram.

Desde a audição dos intervenientes e testemunhas, à análise ao local do sinistro, passando pelo contacto com as autoridades e demais organismos que possam ter informações relevantes para o processo, até à opinião relativamente à compatibilidade dos danos bem como o enquadramento do sinistro em termos de responsabilidade, o papel do perito averiguador assume um papel extremamente relevante na decisão final a ser tomada pelas seguradoras.

Aliás, a importância do perito averiguador tem assumido cada vez mais um papel determinante na regularização dos sinistros, porquanto os protocolos IDS e CIDS, ao criarem óbvios benefícios na perspetiva do cliente, tornando o processo de regularização mais simples e rápido, também tornaram a informação disponibilizada pelos intervenientes mais escassa, gerando assim uma maior necessidade de recolha de elementos adicionais, num curto espaço de tempo, obrigando assim as seguradoras a recorrerem aos serviços de averiguação para poderem tomar uma decisão fundamentada dentro do pouco tempo disponível.

Além disso, mesmo perante participações de sinistros aparentemente completas, muitas vezes surgem situações fraudulentas, sendo cada vez maior o grau de sofisticação de quem as pratica, obrigando por isso a um trabalho de investigação cada vez mais robusto por parte dos peritos averiguadores.

É pois, na minha perspetiva, fundamental que a profissão do perito regulador, em particular o perito averiguador, seja cada vez mais reconhecida, não só pela atividade seguradora, mas também pela comunidade em geral, uma vez que toda ela está sujeita a ter que lidar no seu dia-a-dia com processos de regularização, sendo muito importante que o contacto com os peritos averiguadores não seja visto com desconfiança mas como uma parte fundamental do processo de regularização, cujo objetivo final é garantir apenas e tão só a sua conformidade e rápida resolução.

Neste contexto, penso que assume uma importância fulcral no futuro desta profissão o caráter independente do perito averiguador, ancorado em bases sólidas de rigor, transparência, experiência e idoneidade, pois quanto mais fortes forem estas bases e quanto mais evidente for esse caráter de independência, mais recetivos estarão os intervenientes em colaborar com a investigação, bem como mais credível será o testemunho dos peritos averiguadores para a formulação do juízo pelos tribunais competentes em caso de diferendos.

E se na MCBAP temos a preocupação de garantir que todos os peritos averiguadores preenchem os requisitos de idoneidade, independência, rigor, transparência, experiência e disponibilidade, fundamentais para o exercício desta profissão, temos consciência que por se tratar de um mercado ainda pouco regulado nesta matéria, muitas vezes poderão surgir situações menos credibilizadoras desta profissão, afetando inevitavelmente a sua imagem pública.

É pois mais que tempo que a acreditação dos peritos averiguadores, efetuada por uma entidade independente, com o reconhecimento de todo o mercado segurador, deixe de sair do plano de intenções e se concretize o mais rapidamente possível, para que este setor de atividade possa continuar a progredir no sentido de uma maior credibilidade, maior competência, mas também maior responsabilização, gerando um valor acrescentado cada vez mais seguro para o setor segurador e consequentemente para a comunidade como um todo.

O envolvimento ativo da APS (Associação Portuguesa de Seguradores) nesta matéria, procurando numa primeira fase efetuar um cadastro da situação atual, parece-me um bom primeiro passo no sentido de se concretizar o objetivo atrás elencado, não podendo deixar também de enaltecer o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela CNPR (Câmara Nacional de Peritos Reguladores) na sensibilização permanente para a importância desta temática e na prossecução do objetivo de termos esta profissão do perito regulador definitivamente reconhecida e acreditada, dando assim também mais justiça e dignidade ao trabalho árduo, sério e competente que inúmeros profissionais diariamente realizam por todo o país.

 

Fonte: http://pontosdevista.pt/2017/02/12/peritos-averiguadores-futuro/

Publicado em Opinião

A tecnologia começa a tornar cada vez mais fácil a participação de sinistros automóveis às seguradoras. Um desses exemplos está na utilização de códigos QR Code nas cartas verdes que permitirá simplificar o preenchimento das participações para as seguradoras através da aplicação móvel e-SEGURNET, lançada em dezembro pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS).

Esta tecnologia de QR Code está a ser introduzida das cartas verdes da Liberty Seguros, surgindo um desses códigos na parte lateral esquerda dos documentos desta companhia, podendo os segurados a partir desses aceder à informação relacionada com o seu veículo e respetivo seguro automóvel: dados da apólice, dados do veículo, dados do tomador e dados do condutor habitual.

Ao tirar partido das potencialidades da app e-SEGURNET, o QR Code permite que a informação disponível na carta verde possa facilmente ser transferida para a aplicação, bastando para isso apontar a câmara do smartphone para a área da carta verde onde está situado o QR Code.

O recurso ao QR Code torna o processo mais rápido e simples e também contribui para a minimização de erros no preenchimento das participações de sinistros automóveis.

Fonte: http://www.motor24.pt/noticias/codigos-qr-nas-cartas-verdes-simplificam-participacoes-de-seguros

Publicado em Nacional
quarta, 22 Fevereiro 2017 14:56

Seguros para crianças compensam?

As crianças são, por vezes, uma fonte de preocupação e de despesa. Subscrever alguns seguros pode funcionar como uma espécie de “tábua de salvação” para enfrentar gastos inesperados.

Para ajudar os pais a enfrentar estes imprevistos, as seguradoras oferecem vários produtos destinados exclusivamente à proteção dos filhos.

Mas nem tudo são vantagens. Muitas vezes, os pais são levados ao engano e acabam por contratar produtos cujas coberturas já estão presentes em outras ofertas contratadas. Por isso mesmo, antes de subscrever um seguro deve analisar todas as coberturas que ele oferece para evitar duplicações e, desta forma, gastos supérfluos. Não se esqueça de analisar também as coberturas incluídas no cartão de crédito.

Se houver duplicação, tenha em atenção que, na maioria dos casos, só tem direito a uma indemnização de um dos seguros, pois, nalguns casos, não são cumulativas.

Sónia Peres Pinto

Fonte: https://sol.sapo.pt/artigo/549621/seguros-para-criancas-compensam-

Publicado em Nacional
segunda, 20 Fevereiro 2017 13:25

Reforma: Quatro dicas para poupar mais e melhor

A “insegurança” da Segurança Social leva os jovens a preocupar-se cada vez mais com um plano de poupança para a reforma.

Há várias razões que levam os jovens a necessitar cada vez mais de um plano de poupança para a reforma, como a “insegurança” da Segurança Social, que tem apresentado valores de pensões “cada vez menos generosos”.

O Jornal Económico revela quatro etapas para poupar mais, e melhor:

Estime os gastos futuros

Criar um orçamento e entender o fluxo atual de ganhos e despesas é um bom começo. Interessa também ter em conta que há despesas que desaparecem, mas novas aparecerão. Por exemplo, uma despesa atual com um empréstimo terminará, mas se planeia ter filhos, também é uma despesa futura a considerar, ou se quer viajar. O fim de uma despesa pode levar à afetação desse dinheiro para outro fim. Deduzir e adicionar despesas futuras no orçamento mensal possibilita uma melhor estimativa de quanto pode poupar para a reforma.

Se conta com um gasto futuro, pode poupar mais “agora” para abater o “depois”.

Use uma “calculadora de reforma”

NerdWallet é uma plataforma que disponibiliza uma calculadora de reforma, que tem em conta a meta de poupança e a idade de reforma, apresentando um plano para atingir o fim pretendido.

Escreva o seu plano de reforma

É importante escrever o seu plano, não pelo formalismo mas pelo esquecimento. Delinear os objetivos e fixá-los é importante para que se mantenha focado nas metas de reforma que definiu.

Reveja o plano

Nem tudo corre como o previsto, e as situações de vida podem mudar frequentemente por isso, reveja o seu plano com alguma regularidade e faça as alterações necessárias. Um filho ou uma subida na taxa de inflação são situações que merecem uma revisão do plano.

 

Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/reforma-quatro-dicas-para-poupar-mais-e-melhor-121892

Publicado em Nacional
quarta, 08 Fevereiro 2017 11:03

Seguro de vida: O barato pode sair caro

A compra de casa é uma das decisões financeiras mais importantes da nossa vida. A ponderação sobre a casa que vamos comprar, a escolha do banco, as negociações para o melhor spread... Há muitos papeis e muita informação para analisar. E o seguro de vida é algo com que nos preocupamos?

Quando estamos no banco a tratar do financiamento para a casa com que sempre sonhámos, entre as várias "papeladas" que temos para assinar, uma delas é a contratualização do seguro de vida promovido pelo banco. Este seguro é essencial, pois vai salvaguardar que em determinadas circunstâncias o crédito fique pago. Mas há várias seguradoras e vários tipos de seguros de vida.

Verifique aqui os 5 "pecados" mais comuns na altura de fazer o seguro de vida:

Não questionar e assinamos de cruz

É verdade que o processo de compra de casa é altamente burocrático e pode levar meses a fio (pode libertar-se desse tormento se escolher um parceiro como o Doutor Finanças que faz esse trabalho por si). No meio desse processo exaustivo aparece a obrigatoriedade do seguro de vida e nem questionamos muito. É "apenas" mais um encargo entre outros que estamos a assumir. Como a nossa atenção está exclusivamente na expressão: "o seu crédito foi aprovado!" já não queremos saber de mais nada.

A consequência deste comportamento é que acabamos por assinar de cruz os papeis que nos dão sem os analisarmos. A prova disso mesmo é tentar responder a estas duas simples perguntas:

1. Quanto está a pagar de seguro de vida?

2. Conhece as coberturas do seu seguro de vida?

Acreditar que os interesses do banco são coincidentes com os nossos

Por muitos maus exemplos que surjam de gestão dos bancos, ainda há muitos portugueses que acreditam que os bancos existem para nos ajudar. Não é raro ouvir que "o banco ajudou-me a comprar casa". O banco não ajuda. O banco faz negócio! E com os seguros também faz negócio que protejam os interesses próprios. Isto não tem mal nenhum. O errado é não nos lembrarmos disto quando estamos diante deles.

A "obrigatoriedade" de contratualizar o seguro com a instituição que o banco indica é um argumento comercial que se traduz na redução do spread do crédito habitação. Mas será que não conseguiria negociar essa redução de spread sem ter de assumir o seguro que lhe estão a propor? Não se esqueça que o banco vai querer vender o seguro que for mais benéfico para eles e isso não significa que seja o melhor para si. Regra geral, não é!

Não verificar as garantias da apólice

O seguro de vida prevê que o crédito seja liquidado no caso de morte. Neste cenário não há dúvidas do que estamos a falar e todas as seguradoras são iguais. A questão relevante a verificar na apólice tem a ver com as garantias que estão cobertas em caso de Invalidez. O seguro para a invalidez é no caso de ser Absoluta e Definitiva (IAD) ou Temporário e Permanente (ITP)?

Estamos a falar de dois tipos de coberturas muito distintas. Desafio que vá verificar a apólice do seu seguro para confirmar que tipo de invalidez é coberta. Se está com um seguro IAD, pode ficar numa situação que o impossibilite de fazer a sua vida normal (por exemplo: ficar o resto da vida numa cadeira de rodas) e isso não ser coberto pelo seguro que contratou. A IAD aplica-se apenas aos casos em que a pessoa perde absolutamente a autonomia e isso significaria que a pessoa segurada teria de estar praticamente em estado vegetal, acamada e dependente de terceiros para as situações mais básicas.

Com a ITP fica segurado se a Segurança Social considerar que tem uma incapacidade de 60% (regra geral, sendo que há ligeiras diferenças entre companhias). Neste caso se, por exemplo, ficar com um braço condicionado e se ele for essencial para o desempenho do seu trabalho (a sua fonte de rendimento) a invalidez é acionada e a casa fica paga.

Considerar que o custo do seguro é residual

A consequência de não fazer o seguro de vida proposto pelo banco pode implicar o agravamento do spread (não tem de ser sempre assim. Às vezes é preciso saber negociar com os bancos). Mas será que esse agravamento de spread é suficientemente penalizador face à poupança que terá por contratualizar outro seguro de vida?

No dia-a-dia do Doutor Finanças temos encontrado centenas de casos em que a poupança do seguro justifica largamente o agravamento do spread. Nalguns casos, o agravamento de spread traduz-se num aumento da prestação em 10 ou 15 euros e a poupança do seguro de vida está nos 70 ou 80 euros. É necessário fazer as contas certas.

Acreditar que agora já não pode mudar de seguro

Por muito amigo que seja o seu gestor de conta, a verdade é que não vai partir dele a iniciativa de fazer alterações ao seu seguro de vida. Até pode acontecer que quando converse com ele sobre o tema, a reação não seja a mais simpática. Mas não nos impede de mudar o nosso seguro de vida. Se lhe disserem o contrário é porque desconhecem a Lei. Todos podemos mudar de seguro de vida em qualquer altura do contrato do crédito habitação. O mercado dos seguros está cada vez mais competitivo e o Doutor Finanças pode ajudar a encontrar as melhores soluções de custo e coberturas de seguros para o seu caso.

João Raposo

Fonte: http://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/dinheiro-e-carreira/artigos/seguro-de-vida-o-barato-pode-sair-caro

Publicado em Nacional
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