A regulação no universo dos seguros
03 Nov. 2016

O que a APROSE tem defendido é a uniformização da regulação em vigor a todos os modelos de negócio de modo a impedir que práticas distintas possam derivar em situações de concorrência desleal.

A APROSE- Associação de Agentes e Corretores de Seguros, juntou todo o setor naquele que é, há mais de 10 anos, o maior evento segurador do país. Este ano, em particular, a discussão urge. São muitos os desafios de um setor cuja importância não é de somenos: representa 8,2% do PIB e está presente no quotidiano de todos, empresas e famílias.

Porque não vivemos sem seguros, o agente ou corretor de seguros assume um papel muito relevante na vida das empresas e das famílias, na sua qualidade de interlocutor privilegiado desde a escolha à aquisição do seguro, passando pela sua gestão sempre que precisamos de o acionar. Por isso mesmo, os conhecimentos técnicos, a qualidade da interlocução e a rapidez no esclarecimento do cliente são valências que caracterizam a mediação profissional que, cada vez mais, deve ser exercida por profissionais preparados, com formação permanentemente atualizada e avaliada. E a sua importância é evidente: no segmento Não Vida - que inclui produtos tão incontornáveis como o seguro automóvel - 78% dos seguros têm a intervenção de um mediador, um sinal claro da sua importância no bem servir dos clientes.

Deste universo a APROSE tem como associados cerca de 1.400 agentes e corretores de seguros que representam os operadores de maior dimensão e com maior nível de profissionalismo. Simultaneamente, o século XXI trouxe um conjunto de desafios a todas as atividades económicas: a emergência do digital, a exigência cada vez maior da qualidade de serviço, o desenvolvimento de novos modelos de negócio têm revolucionado muitas indústrias e, claro, o setor dos seguros não é exceção.

Aproveitando um período em que será transposta para a lei portuguesa a Diretiva Europeia da Distribuição de Seguros, a APROSE quer situar o debate naquilo que considera fundamental:

1) Critérios rigorosos de acesso à profissão de mediador de seguros.

Existem em Portugal cerca de 23.000 mediadores de seguros autorizados pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, a maioria esmagadora com baixa atividade e fraco nível de formação, que compromete a prestação de um serviço de qualidade aos clientes. A APROSE defende, por isso, um incremento dos critérios de acesso à profissão, contribuindo para um reforço do profissionalismo que resulte numa qualidade de serviço cada vez maior para os consumidores.

2) Regras iguais para todos os operadores

Nos últimos anos, além das companhias de seguros e da Mediação de Seguros têm emergido como atores deste mercado outros operadores. É o caso da banca, que já de há muito tem vindo a alargar a sua atividade ao ramo dos seguros, mas nem sempre da melhor forma nem com os melhores resultados para os consumidores. Basta ter em conta a pressão realizada para a venda vinculada dos seguros de Vida e do Multirrisco Habitação quando é celebrado um contrato de crédito habitação, que exclui automaticamente a possibilidade de se fazer esses contratos com o mediador de seguros. Ou as contrapartidas ao nível das carteiras de seguros exigidas às empresas que procuram os bancos para obterem linhas de crédito. Por outro lado, existem situações de uso abusivo de informação por parte de alguns bancos para implementar campanhas comerciais. Este facto foi alvo de uma queixa pela APROSE junto da CNPD.

O que a APROSE tem defendido é a uniformização da regulação em vigor a todos os modelos de negócio de modo a impedir que práticas distintas possam derivar em situações de concorrência desleal.

Luís Cervantes

presidente da APROSE

 

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/colunistas/detalhe/a_regulacao_no_universo_dos_seguros

Parceria ANunes - Emanuel Caldeira Lda
28 Out. 2016

Anunciamos ter celebrado mais uma parceria com vista a trazer mais benefícios aos clientes ANunes. Desta vez foi com a Emanuel Caldeira Lda, oficina especializada em Pintura Automóvel. Mais sobre o excelente trabalho desta oficina em https://www.facebook.com/emanuelcaldeiraunipessoal . E já sabem: digam que são clientes ANunes e passam a beneficiar de condições especiais em todos os serviços.

Da "Euribor" ao "spread": o que ainda não sabemos sobre finanças
24 Out. 2016

90% da população ainda não sabe o que é a Euribor e quase 80% não faz ideia do que é o spread. Resultados do inquérito à literacia financeira são, ainda assim, melhores do que o último, feito em 2010.

A crise trouxe uma enxurrada de gíria económica e financeira, mas conceitos como Euribor* ou spread* ainda estão longe de serem percebidos pela generalidade da população. O segundo inquérito à Literacia Financeira, do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (CNSF), mostra que há "uma melhoria" dos indicadores face ao primeiro inquérito, de 2010, mas também mostra "algumas lacunas".

Em 2015, apenas 21,4% dos inquiridos sabiam o que é o spread (eram 17% em 2010). E 10,5% conheciam o significado de Euribor (uma melhoria ligeira face aos 9% de 2010).

Noutros conceitos, no entanto, o conhecimento é mais vasto. Ainda nos produtos bancários, 82% identificam corretamente o saldo de uma conta de depósito à ordem. Nos seguros, 62,7% sabem o que é o prémio* e 46,2% o que é a franquia*. Nos produtos de investimento, "há algum conhecimento sobre ações, mas apenas 4% sabe o significado de capital garantido num valor imobiliário".

Este inquérito de 102 perguntas, com mais de mil entrevistas porta-a-porta, mostra ainda, segundo o CNSF, que "as atitudes e comportamentos na gestão do orçamento familiar tendem a ser prudentes, assentes numa ponderação cuidadosa das despesas".

Cerca de 59% dos inquiridos dizem poupar (eram 52% em 2010) e, entre os que poupam, 60,8% deixam o dinheiro na conta de depósito à ordem. O CNSF identifica "alguns sinais de inércia na aplicação dessa poupança em produtos financeiros".

Mais de 80% dos inquiridos dizem ler a informação pré-contratual dos produtos financeiros que é disponibilizada pelas instituições financeiras.

O relatório traz ainda uma comparação com os países da OCDE, concluindo que, entre os 30 países analisados, Portugal surge em 5º lugar no indicador de atitudes financeiras, em 8º lugar no indicador de comportamentos financeiros e em 13º lugar nos conhecimentos financeiros.

O CNSF tem entre os seus membros permanentes o Governador do Banco de Portugal, o Presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e o Presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.

* Glossário

Spread: a margem cobrada pelos bancos nos empréstimos.

Euribor: Os bancos da Zona Euro cobram juros entre si para se financiarem. A média desses juros resulta na taxa Euribor, que é usada como indexante no crédito à habitação.

Prémio do seguro: É o preço do seguro. Inclui os custos com a cobertura do risco, a aquisição e gestão do contrato e a emissão da apólice.

Franquia: Nas apólices de seguro, o segurador não se responsabiliza por danos ou perda até um determinado valor. Só acima dessa franquia o segurador garante a cobertura do risco.

Fonte:http://www.tsf.pt/economia/interior/da-euribor-ao-spread-o-que-ainda-nao-sabemos-sobre-financas-5455273.html

 

Portugueses ainda preferem os depósitos, mas crescem as aplicações em seguros e nas novas obrigações do tesouro
21 Out. 2016

À medida que os juros descem, as famílias procuram novas aplicações para o seu dinheiro. Só no segundo trimestre, as novas obrigações do tesouro captaram 800 milhões.

A vida financeira das famílias portuguesas alterou-se, e muito, nos últimos 20 anos, refletindo-se na mudança dos hábitos de aplicação das suas poupanças. As Contas Nacionais Financeiras do período compreendido entre 1995 e 2015, divulgadas em suplemento ao Boletim Estatístico de outubro do Banco de Portugal, permitem tirar algumas conclusões.

Em 1995, os depósitos bancários e as aplicações em numerário eram o principal instrumento de captação das poupanças dos particulares (famílias e instituições sem fins lucrativos) em Portugal, representando 62% das suas aplicações. Duas décadas depois, os depósitos continuam a ser os produtos mais escolhido mas, à medida que a sua remuneração foi diminuindo, caíram para menos de metade, representando apenas 45% das aplicações totais. Durante esse período, os seguros de poupança ou de poupança reforma ganharam popularidade junto das famílias, crescendo de 11% para 19% do total. Já o investimento em ações representou uma subida de apenas 23% para 25% do total.

Os empréstimos bancários, por seu turno, subiram de 81% para 91% dos passivos das famílias no período em análise.

Uma novidade ao longo destes 20 anos foi o investimento das famílias em títulos de dívida, que aumentou de zero em 1995 para 3% em 2015. Mas foi essencialmente nos últimos anos que a descida dos juros praticados pela banca mudou os hábitos financeiros das famílias. Em 2016, as famílias entraram numa verdadeira corrida à Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV), o novo produto de dívida do Estado, esgotando as emissões de maio e de agosto. Este novo produto inverteu a tendência de desinvestimento que as famílias portuguesas vinham fazendo em títulos de dívida (pública e privada) desde 2014, como o gráfico demonstra. Só no segundo trimestre deste ano, o investimento líquido dos particulares em títulos de dívida do Estado atingiu 800 milhões de euros, de acordo com os últimos dados das Contas Nacionais Financeiras do Banco de Portugal.

Fonte: http://visao.sapo.pt/actualidade/economia/2016-10-20-Portugueses-ainda-preferem-os-depositos-mas-crescem-as-aplicacoes-em-seguros-e-nas-novas-obrigacoes-do-tesouro

Protocolo AS Car Service
18 Out. 2016

A partir de hoje, os clientes ANunes passam a poder usufruir de mais uma parceria que visa fazer aumentar os benefícios imediatos para quem confiou em nós. Quando se deslocarem à oficina AS Car Service e informarem ser nossos clientes, têm desconto automático em mão de obra e peças.

Mais informação sobre a AS Car Service em http://www.ascarservice.com/index.php ou em https://www.facebook.com/ascarmadeira .

Protocolo Perfumes Saphir
03 Out. 2016

Já tínhamos os clientes mais belos, agora vamos também ter os mais cheirosos: celebrámos uma parceria com a loja Saphir, do Funchal, que vende perfumes a preços low cost. Os clientes ANunes passam assim a desfrutar de condições especiais quando adquirirem um perfume naquela loja. Mais sobre a Saphir em https://www.facebook.com/groups/526428547552429 .

ANunes segura II Troféu Vinho Americano
28 Set. 2016

Teve lugar neste fim-de-semana o II Troféu Vinho Americano em Porto da Cruz. É uma prova verdadeiramente alucinante, mas extremamente divertida, como podem ver pelas imagens da página https://www.facebook.com/freguesiaportodacruz .

A ANunes agradece a oportunidade de ter sido a mediadora responsável por segurar a prova. Um agradecimento especial ao Agostinho Bettencourt (https://www.facebook.com/agostinho.bettencourt) e os mais sinceros parabéns à organização pela excelente prova.

Juros baixos levam Tranquilidade a suspender a venda de produtos de capitalização
24 Set. 2016

A seguradora que pertence ao fundo Apollo comunicou aos clientes que vai suspender a comercialização dos seguros do ramo Vida, os produtos de capitalização e mistos. Tudo por causa dos juros baixos e das novas regras para o cálculo de solvência.

"Atendendo à actual conjuntura, caracterizada por taxas de juro muito baixas ou até negativas, novas regras para cálculo de solvência, que provocou uma queda do mercado de seguros de vida financeiros, e tendo em conta o foco comercial actual que privilegia o equipamento dos Clientes em produtos de Vida Risco, Saúde e Multiriscos, a manutenção na nossa oferta de produtos financeiros deixou de ter justificação comercial e económica", anuncia a Tranquilidade numa comunicação aos clientes.

A companhia de seguros vida T-Vida, detida pelo fundo Apollo, vai assim, a partir de 12 de Setembro 2016, suspender a venda de novos contratos de produtos financeiros e mistos (individual e grupo).

Os produtos que vão deixar de ser comercializados são o PPR Garantido T; o Plano Poupança Essencial - PPR; o Plano Poupança Essencial - Capitalização; o Poupança Investimento Total - PIT; o Super Protecção Jovem; o Valor Familiar; o Fidelity Poupança; o Plano Empresas Total – PET; e o Tranquilidade Plano Seguro.

A companhia de seguros anuncia que para estes produtos, não será mais aceite entregas adicionais e/ou aumento do valor das entregas periódicas.

A lei permite que o segurador "…, em qualquer momento e pelo período que fixe, não aceitar ou limitar a entrega de prémios periódicos ou adicionais ao contrato, recusar a alteração do valor do prémios periódico inicialmente contratado, se superior, ou a retoma da periodicidade."

As novas regras para o cálculo de solvência entraram em vigor este ano e definem o total de fundos próprios elegíveis para o critério conhecido como Requisito de Capital de Solvência (SCR).

Nas novas regras há alinhamento muito maior entre o capital disponível e os riscos assumidos. A relação directa entre risco e requisitos de capital tem consequências importantes na organização das seguradoras, incluindo na concepção de produtos, na tarifação e no resseguro.

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/juros-baixos-levam-tranquilidade-a-suspender-a-venda-de-produtos-de-capitalizacao_256848.html

Estrelas seguram partes do corpo
21 Set. 2016

Estas estrelas fizeram seguro a partes do corpo. Descubra quais.

Há de tudo para todos os gostos, desde pénis, pernas, sorrisos ou cabelo. Vale tudo quando o assunto é prevenir.

Siga o link e conheça esta lista curiosa: https://www.noticiasaominuto.com/fama/646056/estas-estrelas-fizeram-seguro-a-partes-do-corpo-descubra-quais

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